A tentativa de fazer arte que conscientizasse as massas, e a descoberta incômoda de que quem ia aos shows era a classe média universitária.
Problema norteadorÉ possível fazer arte para quem não está na sala?
EM13CHS103 Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de natureza qualitativa e quantitativa (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos, gráficos, mapas, tabelas etc.).
EM13CHS303 Debater e avaliar o papel da indústria cultural e das culturas de massa no estímulo ao consumismo, seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas a uma percepção crítica das necessidades criadas pelo consumo.
EM13LGG302 Compreender e posicionar-se criticamente diante de diversas visões de mundo presentes nos discursos em diferentes linguagens, levando em conta seus contextos de produção e de circulação.
No ENEM
Matriz de Referência do ENEM. Ciências Humanas e suas Tecnologias: H10 — Reconhecer a dinâmica da organização dos movimentos sociais e a importância da participação da coletividade na transformação da realidade histórico-geográfica; H13 — Analisar a atuação dos movimentos sociais que contribuíram para mudanças ou rupturas em processos de disputa pelo poder.
Para treinar: questão 6 da lista do capítulo 5, questão 5 da lista do capítulo 5.
É uma autocrítica que a própria época fez, e ensiná-la é ensinar honestidade intelectual: o projeto era sincero, foi bem-feito e não alcançou o público que dizia querer alcançar.
Obriga a separar intenção de efeito, que é a operação que mais falta no raciocínio de um aluno de dezessete anos.
Arte e Língua Portuguesa entram no mesmo problema pelo lado prático: simplificar para comunicar custa alguma coisa? A crítica da época era que sim, que a obra ficava mais pobre. A turma pode testar isso produzindo.
E dá um capítulo inteiro de história cultural: CPC, UNE, Teatro de Arena, teatro como ferramenta política.
Conteúdos envolvidos
Quem parece ser o ouvinte de cada uma? A turma decide pela escuta e escreve a resposta antes de saber qualquer coisa.
Quem fez, para quem dizia fazer, quanto custava o disco, quanto ganhava um trabalhador.
Leitura de um trecho do CPC sobre a função da arte.
O que eram os CPCs e o Teatro de Arena, e o que aconteceu com eles depois de 1964.
Em grupos, os alunos pegam um texto denso sobre um problema atual e o transformam em algo de um minuto para circular. Depois avaliam o que se perdeu.
A pergunta norteadora, já com a experiência do laboratório na mão.
O projeto de conscientização em sua forma sonora mais característica.
OuvirO que de fato tocava para o público que a canção engajada queria alcançar.
OuvirDois objetos e um texto: a peça de um minuto produzida pelo grupo, o texto original de que ela saiu, e meia página avaliando o que a simplificação ganhou em alcance e o que perdeu em conteúdo, com uma conclusão sobre se valeu a pena.
Critérios